Pular para o conteúdo

Orientação profissional em Jundiaí

Uma escolha de carreira feita com mais clareza.

Um processo de cinco a seis encontros para alunos do fim do ensino médio, conduzido por uma psicóloga com 18 anos de clínica e longa experiência como orientadora profissional em colégios de Jundiaí e São Paulo.

O que é

Não é um teste. É um processo.

Nenhum questionário isolado é capaz de dizer qual carreira alguém deve seguir. A escolha amadurece quando o jovem se conhece melhor e, ao mesmo tempo, conhece de perto a realidade das profissões que considera. A orientação trabalha essas duas frentes, lado a lado.

Quem eu sou

Interesses, habilidades, valores e o jeito de cada um estar no mundo. O jovem olha para a própria história com mais atenção e passa a reconhecer o que faz sentido para ele, e não apenas o que esperam dele.

O que a profissão pede

O que cada carreira exige no dia a dia e o que ela oferece em troca. Com pesquisas e exercícios entre os encontros, a escolha deixa de ser uma ideia vaga e passa a ser confrontada com a realidade.

Como acontece

Um caminho em etapas, no tempo do jovem.

Em geral, são de cinco a seis encontros. A sequência abaixo mostra as frentes do trabalho; o ritmo é ajustado a cada jovem ou grupo.

  1. Primeiro contato

    Em geral, quem chama primeiro são os pais. Conversamos sobre o momento do jovem, tiramos dúvidas e combinamos o formato mais adequado, individual ou em grupo.

  2. Ansiedade e expectativas

    Um espaço para falar das dúvidas, inseguranças e incertezas diante do futuro, dos vestibulares e da própria escolha da profissão. Dar nome ao que preocupa deixa a decisão mais leve.

  3. Autoconhecimento

    Interesses, habilidades e experiências ganham palavras. O jovem começa a perceber o que o mobiliza e o que ele faz bem, muitas vezes sem ter notado antes.

  4. Realidade das profissões

    Pesquisas e exercícios entre os encontros aproximam o jovem do dia a dia de cada carreira: formação, rotina, exigências e possibilidades.

  5. Uma escolha mais consciente

    As duas leituras se encontram. O jovem sai com mais clareza sobre seus caminhos possíveis e com mais segurança para decidir, sabendo por que decidiu.

Formatos

Sozinho ou em boa companhia.

Individual

Encontros só com o jovem, no ritmo dele. Indicado para quem prefere um espaço reservado ou vive uma dúvida muito particular.

Pequenos grupos

Poucos jovens no mesmo momento de vida. Ouvir as dúvidas dos outros amplia o repertório, tira o peso da solidão da escolha e torna o processo mais leve.

Para os pais

Apoiar a escolha, sem escolher por eles.

É natural querer ajudar e, ao mesmo tempo, sentir receio de influenciar demais. A orientação oferece ao jovem um espaço próprio para pensar, e aos pais, mais tranquilidade para acompanhar.

  • Ouvir com curiosidade antes de sugerir caminhos.
  • Separar as próprias expectativas das escolhas do filho.
  • Lembrar que a decisão pode ser revista ao longo da vida.

Dúvidas frequentes

O que os pais costumam perguntar.

Não. É um processo de autoconhecimento e de contato com a realidade das profissões, conduzido em encontros, com pesquisas e exercícios entre eles.

Não. Ao longo do processo, identificamos interesses, habilidades, características pessoais e possibilidades profissionais. A partir dos resultados obtidos, algumas profissões podem ser sugeridas e exploradas, mas não como uma determinação. O objetivo é oferecer recursos para que o jovem faça sua própria escolha, de forma mais consciente, segura e alinhada ao seu perfil e às suas expectativas.

Para jovens no fim do ensino médio, que estão diante da escolha do curso ou do vestibular. Situações diferentes podem ser conversadas no primeiro contato.

Em geral, de cinco a seis encontros, com atividades entre eles para que o jovem pesquise e entre em contato com a realidade das profissões.

Os dois formatos funcionam bem. O individual oferece um espaço reservado; o grupo traz a troca com outros jovens no mesmo momento. A indicação é feita junto com a família.

Os pais são parte importante do caminho. A forma de participação é combinada no primeiro contato, respeitando o espaço do jovem e a dinâmica de cada família.

No consultório, na Av. Renato Paupério, 71, sala 03, Jardim Ana Maria, em Jundiaí/SP. Os valores são informados diretamente no primeiro contato.

Vamos conversar sobre o momento do seu filho?

Uma mensagem basta para entender como funciona, conhecer os formatos e combinar o melhor caminho.

Falar com a Isa

Contato

Vamos conversar?

Escreva pelo formulário ou chame diretamente no WhatsApp. A resposta vem da própria Isa, com discrição.

Retrato de Isa Tavares
Isa TavaresPsicóloga clínica · CRP 06/93513

Ao enviar, você será direcionado ao WhatsApp com a mensagem pronta. Seus dados não ficam armazenados neste site. Leia a Política de Privacidade.